Política

O governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), é o financiador moral da velha política no Iguatu de Agenor Neto e toda e qualquer mentira e boato negativo que surge em torno da pré-candidatura do nome indicado e formalizado pela militância do PT de Iguatu, Sá Vilarouca.
Entenda a história
Elmano tem alimentado promessas mirabolantes feitas pelo senador e atual ministro da educação, Camilo Santana (PT), ao deputado estadual Agenor Neto (MDB), em troca de apoio dado nas últimas eleições de 2022. Agora, o deputado quer converter essas promessas para fazer seu filho prefeito de Iguatu, já que não confia em nenhuma liderança ao seu redor.
Elmano não levou em consideração que Agenor Neto hoje tem o título de maior inimigo do PT de Iguatu, pois, durante todos os momentos decisivos da história, agiu diretamente contra o PT e todas as suas campanhas de defesa de minorias e da democracia. Para ilustrar, Agenor recebeu em Iguatu Aécio Neves (PSDB) durante a disputa eleitoral de 2014, posicionou-se favorável ao golpe de 2016 contra a presidenta Dilma Rousseff (PT), apoiou a candidatura de Bolsonaro (PL), e até votou favorável a um título de cidadão cearense para Bolsonaro, e Elmano sabe de tudo isso.

Oportunismo
Enquanto Agenor andava na contramão da história, sua realidade desmoronava devido à falta de serviços prestados em Iguatu. Seu candidato à reeleição em 2016, Aderilo Alcantara (PRB), perdeu. Na eleição seguinte, em 2022, Agenor concorreu ao cargo de prefeito, adivinha? Perdeu. Vendo sua candidatura à reeleição como deputado estadual numericamente o colocando como um futuro deputado estadual suplente, Agenor correu atrás do PT estadual. Lá, ele conseguiu um acordo com o então governador na época, Camilo Santana, que lançaria Elmano como seu sucessor. Essa carona renderia a Agenor uma reeleição como deputado titular, mas para isso ele tinha que correr atrás dos votos com um trunfo para diminuir sua rejeição eleitoral. A primeira coisa que ele fez foi colocar a toalha do Lula debaixo do braço e saiu fazendo campanha com todo o apoio do seu partido MDB e da campanha petista de Elmano.
Desespero
Ao tomar conhecimento em 2023 de que o PT de Iguatu estava totalmente unificado, como nunca em sua existência, em torno do nome do empresário e petista histórico, Sá Vilarouca, que tem movimentado comunidades e agregado lideranças e apoio praticamente de todo o PIB local, Agenor se viu em desespero ao visualizar uma possível derrota do seu filho, já que o mesmo não é conhecido pelo povo de Iguatu e só visita o município a passeio ou para participar de ações de rua de campanhas do seu pai e do Bolsonaro.
A partir disso, tudo de mais podre que existe na velha política de Iguatu começou. Várias mentiras espalhadas por apoiadores bajuladores, fake news postadas em blogs e divulgações pagas a nível estadual, mentiras compartilhadas em grupos de redes sociais e WhatsApp, sempre os colocando como donos do jogo. Só que, na realidade, nada disso sequer arranhou a esperança do povo de Iguatu em ter um nome confiável e com histórico de serviços prestados para votar, como é o caso do Sá.
O PT de Iguatu
O Partido dos Trabalhadores de Iguatu, em meio a toda essa lama dos esgotos agenotenses, se mostra tranquilo no seu planejamento pré-eleitoral. O seu nome de apoio e indicação segue participando de reuniões, juntando bons nomes de militantes para participarem da disputa para vereadores, conversas longas e proveitosas com outros partidos para o desenho e formalização de uma boa chapa. Tem mantido diálogo permanente com as lideranças estaduais do PT Ceará em torno de sua campanha. Ou seja, o PT de Iguatu está tranquilo e fazendo o dia a dia da sua agenda para chegar forte com o apoio do povo de Iguatu para a vitória.
Elmano traí a militância petista ao se aliar com a direita
O governador eleito pelo PT, Elmano de Freitas, hoje é a maior decepção para os militantes que fazem o PT de Iguatu, digo até dos petistas da região centro-sul. Desde o seu surgimento como 'poste' da ex-prefeita e hoje deputada federal, Luizianne Lins (PT), Elmano recebeu apoio e ampliação das suas bases locais, até de membros de outras correntes do PT, que correram de porta em porta pedindo voto para ele. Agradece apoiando e financiando moralmente o maior inimigo do PT de Iguatu. Ao fazer isso, Elmano se comporta como aqueles militantes de interesse que se dizem de base e que, para manter o poder, não conseguem equalizar o poder que têm nas mãos. Na primeira oportunidade, rifam o que, em tese, é mais fácil. Logo ele, que é ligado a Luizianne Lins e viveu de perto a eleição vitoriosa dela sem o apoio do PT de Fortaleza na época.
O problema é que a mesma militância que Elmano trata com ingratidão e zombaria não está de braços cruzados. Ela está ativa nas reuniões com o seu pré-candidato, está nas redes sociais defendendo a democracia, fazendo petições e notas públicas de apoio ao seu direito de ter seu próprio pré-candidato, desmascarando a rede de mentiras de um grupo político historicamente perseguidor que já fez, faz e se mostra a fazer no futuro próximo tudo de novo, só que com uma roupagem nova.
Mobilização
Toda a militância iguatuense do PT está se sacrificando pelo partido. Eles, como iguatuenses, sabem mais do que nunca o que é viver numa gestão ruim, truculenta, mão de ferro e perseguidora, falta de investimento, desenvolvimento local maquiado, redução da qualidade de vida. Ou seja, tudo que o PT é contra, o partido dos trabalhadores em sua nascente tem como fundamento apoio as minorias, cuidado ao povo e combate as mais absurdas e levianas atitudes contra uma comunidade, cidade e nação. E é com isso que a militância segue de cabeça erguida, com ou sem governador e senador que não são fiéis aos seus e sim aos verdadeiros inimigos do povo!
>> Clique aqui << e assine a petição de apoio à pré-candidatura indicada pelo PT de Iguatu!

Nesta manhã de quarta-feira, 21/02, o presidente Lula teve uma reunião muito produtiva com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, no Palácio do Planalto. Blinken está participando da reunião de ministros do G20, um grupo crucial que une as maiores economias do mundo, junto com a União Europeia e a União Africana, aqui no Rio de Janeiro. De acordo com um comunicado oficial do governo dos EUA, o objetivo da visita do secretário é reiterar o apoio do país à presidência brasileira no G20 e fortalecer a parceria entre as duas nações em prol dos direitos dos trabalhadores e da transição para fontes de energia mais limpas.
Blinken disse que os EUA respeitar a opinião e soberania do Brasil
Além disso, durante o encontro, foram discutidos diversos temas de interesse comum. Um deles foi a recente controvérsia diplomática entre Brasil e Israel. Blinken disse que os EUA respeitar a opinião e soberania brasileira em meio a um diálogo descontraído, construtivo e respeitoso. O Brasil expressou sua posição sobre os eventos na Faixa de Gaza, buscando um entendimento que promova a paz e o diálogo entre as partes envolvidas.
Outro assunto importante abordado foi a disputa territorial entre Venezuela e Guiana em relação ao Essequibo. O governo brasileiro está preocupado com a situação e tem desempenhado um papel ativo na busca por uma solução pacífica para as tensões entre as autoridades de Maduro e o governo da Guiana.
No geral, o encontro foi marcado por uma atmosfera positiva e construtiva, refletindo o compromisso mútuo de cooperação e diálogo entre o Brasil e os Estados Unidos em questões globais importantes.
O isolamento de Israel e Netanyahu só se amplia pelo mundo
Muitos apostavam que o encontro teria conflito, mas o dialogo mostrou que o governo de Israel comandado primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, não teve influência negativa nenhuma, muito pelo contrário, os Estados Unidos se mostraram muito mais próximo de mudar sua posição nas Nações Unidas, enquanto isso o isolamento de Netanyahu só se amplia globalmente, enquanto Lula segue ovacionado por mais de 120 nações que querem o fim do genocídio na Palestina e por um planeta em paz.

O governo do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, tem promovido um verdadeiro genocídio contra o povo Palestino com o apoio dos Estados Unidos e do Reino Unido.
A reação de Netanyahu à fala de Lula, que sempre ressaltou ser uma covarde ação militar do governo de Israel contra civis palestinos, que tem acumulado mortes, relatos e uma quantidade de imagens de crianças mortas, deu-se pelo fato de o presidente brasileiro ter conseguido pautar a mídia mundial, que até o presente momento tem noticiado com parcialidade as atrocidades de Israel.
A fala de Lula, além de pautar a mídia suja em torno do genocídio, disse o que muitos líderes mundiais têm falado e não teve o mesmo impacto, já que o Brasil é um país em crescimento e tem respaldo de sobra com esse governo atual para falar que “Israel covardemente usa soldados, muitos deles drogados e loucos de ódio, atiram em crianças, adolescentes, mulheres, idosos e adultos, sem discriminar, usando apenas a desculpa de que são do Hamas”. Esses mesmos soldados, além de cometerem os crimes de morte, têm roubado os pertences dos palestinos, assassinam também animais de estimação e famílias que conseguem escapar das tentativas de assassinato de Israel, ainda têm que proteger suas mulheres e crianças de abusos.
E o genocídio promovido pelo governo de Israel não respeita nenhuma pessoa contrária, destrói hospitais, escolas, faculdades e tudo o que encontra de civilizado pela frente.

Até os pedidos de cessar-fogo feitos pela Organização das Nações Unidas (ONU), Israel não atende e responde sempre de maneira desaforada e com deboche à instituição, e ao mesmo tempo junta sua covardia com os Estados Unidos, que hoje é o único país do planeta que apoia o genocídio na Palestina.
O genocídio precisa parar
Desde que Netanyahu assumiu o governo de Israel, ele preparou essa ação contra a Palestina, tentou fazer mudanças na lei para ganhar passe livre para continuar roubando o território palestino e aplicar sua perseguição colonialista, que retira casas, terras, aterra fontes d'água com concreto e outras inumeras atrocidades. Ele Netanyahu teve uma derrota na não aprovação de suas mudanças e dividiu o povo israelense, que tem protestado contra o genocídio na Palestina e contra seu primeiro-ministro, inclusive pedindo sua saída imediata co cargo.
Netanyahu colocou um alvo global no povo de Israel
O mundo inteiro olha para o que o governo de Israel faz com o povo palestino em Gaza, e isso tem despertado perseguições e agressões ao povo israelense, que na sua maioria não querem guerra, só tende a piorar, os números só aumentam, a violência por indignação pelo que acontece na Palestina está sendo protagonista da pior maneira possível e isso deve durar décadas.
A mídia brasileira é vergonhosa
A imprensa convencional brasileira atua como um puxadinho do genocídio, noticia o assassinato de 70 crianças em Gaza com frieza, sem importância e rapidamente, mas exalta a liberdade de dois israelenses com muito tempo e sempre direcionando o conteúdo para culpar o povo palestinos como sendo o Hamas.
A fala de Lula atingiu sim Netanyahu e não o povo bom de Israel. Afinal de contas, a única vez que vimos na história soldados fortemente armados assassinarem indiscriminadamente famílias inteiras foi na II Guerra Mundial, nazistas fizeram e, se deixar, fazem de novo!
Lula tem razão!
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Israel e EUA promovem genocídio na Palestina maior que da 2ª guerra

Em um período de 50 dias de violência na Palestina, a palavra "genocídio" emergiu das discussões especializadas e da solidariedade ao povo palestino, alcançando manchetes de notícias e discursos de líderes globais, incluindo o presidente brasileiro, o secretário-geral da ONU e o Papa Francisco. Falar sobre genocídio em relação à ocupação colonial israelense e à limpeza étnica sistemática na Palestina costumava ser proibido, mas a situação mudou, especialmente após a intervenção do Presidente Lula no Brasil.

Em 7 de outubro e nos dias subsequentes, poucas organizações, como a Federação Árabe Palestina do Brasil, mencionaram o genocídio em andamento, mesmo com divergências entre os apoiadores da Palestina. A brutalidade israelense não podia mais ser ignorada, forçando os defensores do regime israelense a lidar com essa nova realidade. Os EUA e seus aliados, como de costume, negaram o genocídio e rotularam aqueles que o mencionaram como "antissemitas".
A magnitude da atual carnificina na Palestina é impressionante, equivalendo ou até superando genocídios históricos, incluindo a Segunda Guerra Mundial. Em menos de 50 dias, mais de 22 mil palestinos foram mortos, com uma média de 468 mortes por dia em uma população de 2,2 milhões. Comparativamente, durante a limpeza étnica de 1947, foram registradas cerca de 15 mil mortes em quatro anos.
Destaca-se o genocídio das crianças palestinas, com mais de 11 mil delas assassinadas ou desaparecidas, tornando-se uma das características mais sombrias desse conflito. A matança em escala industrial também se estendeu às mulheres palestinas, com mais de 4.500 delas mortas. Esses números indicam uma intenção clara de exterminar o povo palestino, tornando evidente a natureza genocida das ações de Israel e dos EUA.

A descrição da matança como "genocídio das crianças" não é exagerada, dado o alarmante número de mais de 11 mil crianças palestinas assassinadas ou desaparecidas. A cada dia, testemunhamos uma média impressionante de 230 crianças perdendo a vida, quase o dobro das perdas diárias durante a Segunda Guerra Mundial. Essa realidade deveria despertar indignação e ação imediata, mas existe uma intenção clara de exterminar o povo palestino, tornando evidente a natureza genocida das ações de Israel e dos EUA.
A esterilização coletiva da sociedade palestina, visando prejudicar sua capacidade reprodutiva, acrescenta uma camada adicional de horror a essa tragédia. Considerando essa realidade, a comunidade internacional é instada a tomar medidas, incluindo a exclusão de Israel da ONU e o rompimento de relações com o estado, que também é acusado de promover o apartheid em toda a Palestina. A ação urgente é necessária antes que seja tarde demais para a Palestina e para a humanidade.

Fotos das redes sociais da Federação Árabe Palestina do Brasil – FEPAL. O texto foi escrito com informações da agencias de notícias.
Serviço:
Site: www.fepal.com.br
Twitter (X): @FepalB

A era digital trouxe consigo avanços extraordinários, mas também desafios significativos. No Brasil, o Marco Regulatório da Internet, criado em 2014, representa um esforço importante para equilibrar a liberdade online com a responsabilidade. No entanto, a persistência de postagens prejudiciais nas redes sociais, somada à influência das big techs e a polêmica em torno da Projeto de Lei 2630/20, PL das Fake News, apresentam desafios complexos. Neste artigo, vamos explorar o contexto atual, destacando as dificuldades na remoção de conteúdos prejudiciais e como isso afeta a sociedade brasileira.
Marco regulatório da internet: Uma tentativa de equilíbrio
O Marco Regulatório da Internet, sancionado em 2014, buscou estabelecer princípios, garantias e deveres para o uso da internet no Brasil. O marco enfatiza a neutralidade da rede perante das fakes, a privacidade dos usuários e a responsabilidade das plataformas. Embora tenha sido um passo significativo na busca por um ambiente digital mais seguro, enfrenta desafios consideráveis na implementação efetiva de suas diretrizes, especialmente quando se trata da remoção de conteúdos prejudiciais.
O Desafio da moderação de conteúdo: Racismo, homofobia e notícias falsas persistem
Milhares de postagens relacionadas a temas sensíveis, como racismo, homofobia, ameaças e notícias falsas, são denunciadas diariamente nas redes sociais. No entanto, a eficácia na remoção desses conteúdos permanece aquém do esperado. O dilema entre a liberdade de expressão e a responsabilidade na moderação de conteúdo coloca em evidência a complexidade desse cenário.
A luta contra discursos prejudiciais revela a necessidade de aprimorar os mecanismos de moderação e a aplicação efetiva do Marco Regulatório da Internet. A sociedade aguarda por respostas mais céleres e consistentes para lidar com o impacto negativo dessas postagens.
PL das Fake News: O debate sobre desinformação e responsabilidade
A Proposta de Lei (PL) das Fake News, apresentada pelo deputado Orlando Silva do PCdoB-SP, surge como uma resposta legislativa ao desafio da desinformação. A PL visa responsabilizar plataformas digitais pela rápida remoção de conteúdos enganosos, destacando a importância de combater a disseminação de notícias falsas. O debate em torno dessa proposta reflete a busca por soluções eficazes diante dos desafios contemporâneos da internet.

Google, Meta e Telegram, fizeram uma campanha fake massiva de desinformação a PL das fake news, o que forçou o relator do projeto, Orlando Silva, a pedir a retirada da pauta de votação para mobilizar mais deputados para aprovar a regulação.
Big Techs e a Democracia: Entre a contribuição e a imposição
As conhecidas big techs têm agido de forma criminosa ao invés de desempenhar um papel crucial na configuração da paisagem digital. No entanto, a influência dessas gigantes tecnológicas tem sido alvo de críticas, especialmente quando se trata de impor seus próprios padrões de usuário e, em alguns casos, resistir a colaborar com a justiça. A polarização política, a disseminação de fake news e a desconfiança nas instituições democráticas são algumas das consequências desse embate.
Impactos na sociedade: Um cenário menos tolerante e saudável
O impacto dessa conjuntura complexa reflete-se diretamente na saúde da sociedade. A exposição constante a postagens prejudiciais, aliada à falta de ações efetivas, contribui para um ambiente online e offline menos tolerante. A saúde mental dos usuários é afetada, gerando ansiedade e polarização. A democracia, por sua vez, sofre diante da influência questionável das big techs e dos desafios em torno da PL das Fake News.
Perspectivas futuras: Em busca de soluções integradas
Para construir um ambiente digital mais saudável, é crucial buscar soluções integradas. Aprimorar os mecanismos de moderação de conteúdo, avançar no debate sobre a PL das Fake News e promover a transparência e responsabilidade por parte das big techs são passos necessários. Somente através de uma abordagem coletiva e efetiva será possível enfrentar os desafios presentes e moldar o futuro da internet no Brasil de maneira positiva.
A busca por um equilíbrio entre liberdade e responsabilidade, aliada a ações concretas e regulamentações eficazes, é essencial para criar um ambiente digital que promova o diálogo, a verdade e a tolerância. O Brasil, assim como o restante do mundo, está diante de um desafio significativo, mas é na colaboração e na busca por soluções que encontraremos um caminho para uma internet mais saudável e democrática, ou então mais gente inocente como o youtuber, Paulo Cezar Goulart Siqueira, o PC Siqueira de 37 anos e a jovem Jéssica Vitória Canedo de 22 anos, que após uma notícia falsa envolvendo ela e o humorista Whindersson Nunes, a motivou a suicidar-se.
Busque ajuda
Se você precisa de ajuda, procure alguém próximo para conversar, se quiser busque na internet o Centro de Valorização da Vida ou ligue 188 que funciona 24h por dia, não fique sozinho!
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A trama terrorista no Aeroporto Internacional de Brasília na noite de Natal, envolvendo três indivíduos, incluindo o sobralense, cearense e blogueiro bolsonarista, Wellington Macedo de Souza, de 47 anos, que estava foragido, chegou ao fim com a prisão dele nessa quinta-feira, 14/09, na Cidade do Leste no Paraguai.
Como aconteceu a trama fracassada do terrorismo bolsonarista
No dia 24 de dezembro de 2022, na véspera de Natal, uma tentativa de detonar uma bomba no Aeroporto Internacional de Brasília assustou o país. A bomba foi colocada em um caminhão de combustível, artefato que foi identificada pela vigilância do motorista do veículo. O esquadrão de bombas do distrito Federal identificou uma falha na construção do artefato que não explodiu. As investigações identificaram os envolvidos, George Washington de Oliveira Sousa, Alan Diego dos Santos Rodrigues e Wellington Macedo.
Na época do crime o bolsonarista Wellington usando uma tornozeleira eletrônica que permitiu que as autoridades rastreassem seus movimentos no dia em que a bomba foi colocada no caminhão de combustível.
As imagens das câmeras de segurança de uma loja e do próprio caminhão onde a bomba foi colocada, foram divulgadas pelo programa Fantástico, da TV Globo, em 15 de janeiro. Essas imagens revelaram o momento em que o veículo do bolsonarista Wellington se aproximou lentamente do caminhão, permitindo que seu cúmplice, o bolsonarista Alan Diego, colocasse a bomba.
Após meses de busca, as autoridades rastrearam Wellington no Paraguai. A operação de captura pela policia paraguaia garantiu a chegada do prisioneiro a Polícia Federal do Brasil pela Ponte da Amizade que conecta Foz do Iguaçu a Cidade do Leste.
A prisão de Macedo marca um desenvolvimento significativo neste caso de terrorismo. As investigações apontam que tanto os atentados ao Ministério da Justiça no dia da Diplomação do Presidente, Luiz Inácio Lula da Silva em dezembro de 2022 e os atentados terroristas do vergonhoso dia 8 de janeiro de 2023 tenham sido planejados nos acampamentos dos derrotados bolsonaristas que estavam acampados na frente de bases do exército desde novembro de 2022.
As condenações de Wellington, George e Alan
Em decorrência de seu envolvimento no plano de terrorismo, mesmo foragido, o bolsonarista Wellington foi condenado a seis anos de prisão em regime fechado, além de receber uma multa no valor de R$ 9,6 mil. Seus cúmplices, George Washington de Oliveira Sousa e Alan Diego dos Santos Rodrigues, também enfrentaram consequências severas. George foi condenado a nove anos e quatro meses de prisão, enquanto Alan recebeu uma sentença de cinco anos e quatro meses, ambos em regime fechado.
O extremismo do Bolsonarismo
O envolvimento de Wellington, neste caso de terrorismo, lança luz sobre a questão do bolsonarismo no Brasil. O bolsonarismo é uma ideologia política obscura repleta de ódio e preconceitos as minorias baseadas no extremismo de direita liderada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
Embora muitos seguidores do bolsonarismo não estejam envolvidos em atividades criminosas, casos como o de Macedo levantam preocupações sobre os extremistas que podem se identificar com essa ideologia.
É importante ressaltar que o bolsonarismo, como qualquer movimento extremista e de ódio, é diverso e abrange uma ampla gama de seguidores, desde aqueles que apoiam as políticas conservadoras mais absurdas.
A captura do bolsonarista Wellington Macedo, representa um passo importante para desvendas muitas perguntas sem respostas, como: Quem financiou os atos em dezembro e do 8 de janeiro? Quem mais estava envolvido? Se o derrotado e ex-presidente estava envolvido? A justiça está determinada na busca dessas e várias outras respostas que devem surgir nos próximos meses.
Este caso também destaca a importância do diálogo permanente, aberto e construtivo entre os três poderes para que a democracia continue protegida contra golpistas e remover da normalidade movimentos extremistas e de ódio as minorias.